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ADAG satisfeita com reconhecimento de situação de seca severa

O governo já reconheceu que o país esta em seca severa. Para a ADGA, este passo do governo traz mais-valias para os agricultores.

Mário Martins, vice-presidente da coletividade diz que “os apoios são uma necessidade, e que não podem passar só pela alimentação dos animais.”

“Nesta fase as ajudas terão que passar por apoios financeiros”, avança Mário Martins. O responsável da ADAG sublinha ainda que há várias culturas ameaçadas devido à falta de água.

O Governo reconheceu, esta segunda-feira, a existência de uma situação de seca severa no território continental, desde 30 de junho, que consubstancia um fenómeno climático adverso, com repercussões negativas na atividade agrícola.

Em termos agrícolas, o documento do governo refere que se "denota já nas atividades agrícolas que suportam a alimentação animal, culturas forrageiras e pastagens, quebras de produtividade relevantes, pelo que, em muitas situações, se antecipa o consumo das reservas existentes destinadas ao período estival ou mesmo o desvio para pastoreio de áreas de cereais para grão".

Capoulas Santos, Ministro da Agricultura, destaca ainda os prejuízos registados nos cereais para grão, traduzidos numa quebra de qualidade e de rendimento, e lembra que a falta de água para rega levou à redução de áreas semeadas nas culturas de arroz, milho para grão, tomate para indústria, melão e batata.