SECÇÃO: Actualidades


Anselmo Sousa tomou posse sem solução governativa estável

Sem acordo com a oposição. Foi assim que Anselmo Sousa, reeleito para a presidência de Câmara de Meda, tomou posse. Das eleições do passado dia 1 de Outubro saiu um executivo tripartido, sem maioria absoluta. Tal como há quatro anos o PS elegeu dois mandatos, o CDS outros dois e o PSD elegeu um.

E, se há 4 anos Paulo Amaral, eleito pelo PSD, aceitou coligar-se com Anselmo Sousa desta vez Aires do Amaral disse claramente que “não fazer qualquer tipo de coligação”, quer com o PS quer com o CDS.

César Figueiredo, eleito pelo CDS, diz ter uma palavra a dizer no que toca à gestão do concelho, porque “os Medenses lhe deram essa legitimidade, quando não deram a maioria a Anselmo Sousa”, e por isso também não faz qualquer tipo de acordo ou coligação para a governabilidade da Câmara. Acrescenta, que “ se Anselmo Sousa estiver na disposição de ouvir as ideias do CDS, que estão disponíveis para colaborar”. Caso contrário, farão uma oposição “dura, tal como no anterior mandato”, sublinha.

O diálogo e as cedências vão marcar este mandato, que tem já como prova de fogo o orçamento para 2018. Tanto César Figueiredo como Aires do Amaral querem ver plasmadas no documento ideias por eles apresentadas.