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Fundação Côa Parque alarga horários de visitas no Museu e no Parque Arqueologico

Quando se assinalam 20 anos da classificação da Arte Rupestre do Vale do Côa como Património da Humanidade, a Fundação Côa Parque lançou um conjunto de iniciativas de modo a atrair mais visitantes. Bruno Navarro, em entrevista à Elmo, começou por contar que o horário do Museu e de visitas ao parque foi alargado. “Dia 1 de março entra em vigor o novo horário, das 9h30 às 18h00, ininterruptamente, até 31 de maio. Na considerada época alta, de junho a setembro, o horário de funcionamento é das 9h30 às 19h00 e de outubro a fevereiro das 9h00 às 17h30.”

“Há também novidades no que diz respeito ao serviço de visitas. Foram adquiridas duas viaturas novas, recuperadas outras duas, para que seja possível fazer um maior número de visitas aos núcleos de Arte Rupestre. A partir de maio, para além das visitas via terrestre, “os visitantes poderão também ir de canoa até dois dos núcleos de arte rupestre – Canada do Inferno e Ribeira de Piscos, e em simultâneo apreciar a biodiversidade, nomeadamente as aves selvagens como as cegonhas negras, abutres do egipto e águias reais”, revelou o presidente do conselho directivo da fundação.

Em parceria com a autarquia de Vila Nova de Foz Côa a Fundação vai construir um passadiço com cerca de um quilómetro que vai ligar o Museu do Côa à antiga estação ferroviária do Côa. “Este passadiço vem reforçar a atractividade da oferta turística da região, sem perder de vista o compromisso desta instituição com os princípios da sustentabilidade ambiental”, afirmou Bruno Navarro.